Liturgia

A Comissão de Liturgia, cuja fundação data praticamente desde a criação da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, foi reavivada no início da década de 2000, quando a Paróquia de Nossa Senhora do Carmo passou a ser arrolada na programação das missas com transmissão televisiva, aos domingos. A Comissão de Liturgia integra os seguintes grupos e movimentos:

  • Todos os Grupos Corais
  • Os Acólitos
  • Os Grupos de Acolhimento
  • Os Grupos de Ofertório
  • A Pastoral da Família
  • A Pastoral Juvenil
  • Os Escuteiros

A Comissão de Liturgia compõe-se de Presidente, Vice-Presidente e Secretária Executiva. Fazem parte da Comissão de Liturgia os Presidentes, os Vice-Presidentes e os Tesoureiros dos Grupos e Movimentos referidos no número anterior, sendo as suas reuniões realizadas na última terça-feira do mês, as 19H30.A Comissão de Liturgia tem, genericamente, por missões, coordenar as actividades respeitantes as celebrações Eucarísticas relativas aos grandes eventos do Calendário Litúrgico:

  • Advento e Natal
  • Quaresma e Páscoa
  • Festa da Padroeira (16 de Julho) 
  • Outros eventos inscritos no Tempo Comum

Para além de tais actividades, a Comissão de Liturgia tem desenvolvido outras actividades respeitantes a celebração condigna das ordenações sacerdotais ou de profissões de votos por parte das Irmãs consagradas. Um dos grandes objectivos, consiste em se evitar que as celebrações eucarísticas decorram sem cor e animo, pelo que, tanto a selecção dos cânticos, como a selecção  dos indivíduos que devem exercer actividades no decurso da celebração eucarística, como, por exemplo, o pessoal do Acolhimento, do Ofertório e os Leitores, devem observar as normas respeitantes a solenidade do acto litúrgico.

Por outro lado, isto na sequência do Concílio Vaticano II, procura-se evitar que as celebrações eucarísticas sejam realizadas sem a participação dos leigos, posto que a Igreja não são as paredes do templo, mas sim, a comunidade que a compõe.

No que tange a importância da Comissão de Liturgia entende-se que e uma pergunta que não se responde de forma rectilínea. Entretanto, pode recorrer-se ao que consta dos Actos dos Apóstolos 6, 1-4: “Naqueles dias, aumentando o numero dos discípulos, os helenistas começaram a murmurar contra os hebreus, porque no serviço diário não se fazia caso das suas viúvas. Entram os Doze convocaram a assembleia dos discípulos e disseram: ‘Não convém que deixemos de pregar a palavra de Deus, para servirmos as mesas. Escolhei entre vós, irmãos, sete homens de boa reputação, cheios de Espírito Santo e de sabedoria, para lhes confiarmos esse cargo. Quanto a nós, vamos dedicar-nos totalmente a oração e ao ministério da palavra.”